20 junho, 2011
Trabalhando Fábulas - 5° ano
Professor(a),
Na fábula há, predominantemente, sequências
narrativas. Essas sequências são marcadas pela temporalidade.
A progressão temporal é essencial para o desenrolar da trama,
pois o fato e a ação - que envolvem personagens – direcionam-se
para um conflito.
Identifique com os alunos as marcas de tempo que
conduzem a narrativa, bem como os tempos verbais.
Tradicionalmente, a temporalidade é linear e o
conflito vai se constituindo, num crescendo, até o seu desfecho.
Isso pode ser observado na fábula em questão. Converse com
seus alunos sobre essa sequência temporal: há uma ordem
necessária para os acontecimentos? Que tal recortar o texto em
tiras e pedir que os alunos encontrem a sequência ideal? Há
outras possibilidades de arrumação diferentes da original? Por
que não escrever uma “fábula maluca”, alterando a sequência
lógica do texto?
Também é importante conversar com os alunos
sobre o narrador. Quem conta a história organiza os fatos no
tempo e no espaço. Esse narrador participa da história? Ou ele
está, apenas, observando os fatos e contando? Mostre a
diferença entre o narrador em primeira pessoa (texto 2) e o em
terceira pessoa (texto 1).
Algumas outras perguntas são fundamentais:
Quem est
Narradorço, tempo, modoção.
Onde?
Quando?
Como?
Espa
Com quem?
Personagem
O que aconteceu? Acontecimento, fato, situa
Leve para a sala de aula vários textos com sequências
narrativas: contos de fadas, notícias de jornal, letras de músicas e
explore bem essa estrutura. Você pode, inclusive, levar textos de
gêneros diferentes , mas que possuam sequências narrativas – por
exemplo a música
tecelã
Outro ponto interessante é trabalhar as opiniões nos textos,
ficcionais ou não. No texto 1, há opiniões expressas pelas
personagens, como indica a primeira questão feita para o aluno; no
texto 2, encontramos opiniões da autora Roseana Murray. Trabalhe
com seus alunos a diferença entre fato e opinião, utilizando os dois
textos dessa ficha para isso.
Peça que retirem do texto trechos que
relatam fatos e trechos que expressam opiniões. Distinguir fato de
opinião é uma grande dificuldade apresentada pelos alunos.
No caderno de atividades 2, ficha 1 do oitavo ano, a tirinha
abaixo abre o trabalho com textos de opinião. Lá, há algumas
sugestões. Embora nas orientações curriculares, esse gênero não
esteja direcionado para o sexto ano, você já pode iniciar o trabalho com
o texto de opinião.Eduardo e Mônica (Renato Russo) e o conto A moça(Marina Colasanti).á contando?
Texto narrativo- leitura e compreensão - 5° ano
Texto1 : A lebre e a tartaruga
Esopo
A lebre vivia a se gabar de que era o mais veloz de todos os animais.
Até o dia em que encontrou a tartaruga.
– Eu tenho certeza de que, se apostarmos uma corrida, serei a vencedora – desafiou a tartaruga.
A lebre caiu na gargalhada.
– Uma corrida? Eu e você? Essa é boa!
– Por acaso você está com medo de perder? – perguntou a tartaruga.
– É mais fácil um leão cacarejar do que eu perder uma corrida para você – respondeu a lebre.
No dia seguinte a raposa foi escolhida para ser a juíza da prova. Bastou dar o sinal da largada para a lebre
disparar na frente a toda velocidade. A tartaruga não se abalou e continuou na disputa. A lebre estava tão certa da
vitória que resolveu tirar uma soneca.
"Se aquela molenga passar na minha frente, é só correr um pouco que eu a ultrapasso" – pensou.
A lebre dormiu tanto que não percebeu quando a tartaruga, em sua marcha vagarosa e constante, passou.
Quando acordou, continuou a correr com ares de vencedora. Mas, para sua surpresa, a tartaruga, que não
descansara um só minuto, cruzou a linha de chegada em primeiro lugar.
Desse dia em diante, a lebre tornou-se o alvo das chacotas da floresta.
Quando dizia que era o animal mais veloz, todos a lembravam de uma certa tartaruga...
Moral da históriaO texto que você acabou de ler é uma fábula.
1. Quais são os personagens? O que os caracteriza?
2. As personagens emitem opiniões no texto. Identifique essas opiniões.
3. Por que a lebre não viu a ultrapassagem da tartaruga?
4. Qual a idéia expressa pelo termo grifado em “
lembravam de uma certa tartaruga” ?
5. Diga o que diferencia a expressão grifada – Quando – e a expressão “No dia seguinte” (3° Parágrafo).
6. Volte ao texto e identifique outras expressões que apresentem esta mesma idéia. De que forma
contribuem para a construção do texto?Texto 2
QUEM É ROSEANA MURRAY
Roseana Murray
Digo como Neruda, poeta que amo: para nascer nasci. Para fazer poesia, amar, cozinhar para os amigos,
para ter as portas da casa e do coração sempre abertas. Nasci num dia quente de dezembro, em 1950, dois meses
antes do previsto, numa clínica em Botafogo. Sou filha de imigrantes poloneses que vieram para o Brasil fugindo do
antissemitismo. Gosto de mato e silêncio, não sou nada urbana. Durante muitos anos, vivi em Visconde de Mauá,
mas troquei Mauá por Saquarema em 2002, já que uma cirurgia na coluna tornou a montanha quase intransponível.
Mas o meu filho André Murray continua lá tocando as suas árvores e panelas no Restaurante Babel: ele é
Chef de Cozinha. Meu outro filho é músico, o Guga. Ele vive em Granada, na Espanha, e tem um trio no Brasil, o
Um Trio Vira-Lata. Eles são filhos do meu primeiro casamento. Desde 1997, estou casada com o Juan Arias,
jornalista e escritor. Tenho muitos livros publicados e leitores de todas as idades, aliás não acredito em idade, mas
sim em experiências vividas.
Fico muito feliz quando penso que um poema que escrevi, aqui na minha mesa, sozinha, chega a lugares tão
distantes e emociona tanta gente.
Fonte
www.roseanamurray.com/In: 1. O que diferencia o texto 1 do texto 2, quanto à apresentação do personagem?
2. Identifique a finalidade do texto 1 e do texto 2. Justifique com trecho de cada texto.
3. Explique o que significa “para ter as portas da casa e do coração sempre abertas”.
4. Destaque no texto um trecho que revela uma opinião. A seguir, diga se concorda ou
não com a opinião, justificando.
5. A mudança da autora para Saquarema é consequência de que fato?
6. O texto é de Roseana Murray e apresenta a própria autora no seu site. Agora
escreva um texto se apresentando. Diga do que você gosta, do que você não gosta,
onde você mora...enfim, o que considera importante dizer sobre você! SME. Prova do segundo bimestre de 2009 – 5° anoQuando dizia que era o animal mais veloz, todos a: Quem segue devagar e com constância sempre chega na frente.
Leitura e compreensão - poema - 5 ano
Esta ficha propõe a leitura de um poema.
Antes mesmo de trabalharmos o gênero poema, é necessário
desenvolver uma atitude de leitura em que o aluno não mais tenta descobrir o
que está escrito, mas trabalha para construir um sentido para o que leu.
A partir desse tipo de leitura, uma leitura que não é descoberta, mas
construção, o aluno vai juntando pistas linguísticas, vai aprendendo a ler o
implícito.
Quando o aluno, por exemplo, preenche um quadro com as palavras de
“sentido negativo” e “ sentido positivo” estamos orientando a elaboração de
campos semânticos e associativos e isso poderá ajudá-lo a ler.
A pontuação nos ajuda na construção dos sentidos do texto. A
primeira questão desta ficha tem seu foco nisso. Converse com os alunos, leve
alguns textos nos quais se pode notar o uso expressivo dos sinais de
pontuação.
A partir do conhecimento de mundo dos alunos, as informações
sobre os bairros vão fazendo sentido. Pergunte a eles o porquê das relações:
samba/Vila Isabel, Santa Virgem/Penha, a garota/Ipanema, trabalho/Centro etc.
Explore também as rimas. Você pode fazer isso oralmente,
propondo que façam outras rimas possíveis, que combinem com o conteúdo do
texto. Esse é um exercício que trabalha o vocabulário do aluno. Aliás, a seleção
vocabular é fundamental no texto poético, em que a economia linguística ganha
especial relevância.
Outro aspecto importante é o ritmo construído pela pontuação. O
texto usa sequências curtas separadas por vírgulas, o que provoca um efeito
na leitura. Leve outros poemas para a sala e compare com eles para que
cheguem a conclusões sobre as características desse gênero textual.
O poema ao lado,
interessante para comparar, pois nele a pontuação é inexpressiva, sendo
importante a diagramação. Discuta com os alunos(as) de que forma a
diagramação contribui para a construção de sentidos no texto.Vida de Sapo, de José Paulo Paes, pode serPara construir o sentido de um texto, é preciso seguir as pistas que ele nos oferece – as palavras selecionadas, o modo comoforam “arrumadas” no texto, os sinais de pontuação utilizados. É muito importante ler, reparando nos detalhes...
PASSEIO CARIOCA
J.Carino
Entre o mar e a montanha
minh’alma de poeta fica por um fio:
Rio.
Vida agitada, confusão maluca:
Tijuca.
Odeio o trabalho, quero praia e não aguento:
Centro.
Eis a brisa do mar e a garota que é poema:
Ipanema.
Suburbano sou, orgulhoso, confesso:
Bonsucesso.
Formado em samba, eis o meu anel:
Vila Isabel.
Protegei-me, Santa Virgem, tenha pena, tenha:
Penha.
Muitas vezes me sinto sem eira nem beira:
Madureira.
Ai, Dona Tristeza, suma, vá pra lá:
Jacarepaguá.
Tiro, assalto, fugas – um Armagedon:
Leblon.
Não obstante, luto, sonho, tenho garra:
Barra.
Saudade do que fiz e do que fazer não pude:
Saúde.
Ah, cidade que eu amo e que não me engana:
Copacabana.
Minha cidade, quem te tem não troca:
sou e serei sempre
Carioca.
www.almacarioca.com.br/carino
Vocabulário:
Armagedon – último combate entre o bem e o mal.
Repare:
1. Muitos versos terminam seguindo uma lógica (Vida agitada, confusão maluca: Tijuca.). Qual é essa lógica? Em que essa lógica ajuda na construção dos sentidos do texto?
2. São usados no texto vários nomes de bairros. Que associação podemos fazer entre esse uso e o título do poema?
3. Há palavras no texto que atribuem um sentido negativo aos lugares e outras que atribuem um positivo. Complete o quadro identificando essas palavras.
Sentido negativo Sentido positivo
4. Em que estes dois campos semânticos – de sentidos –contribuem para a construção de sentidos do texto?
5. Há versos que deixam claro que o “eu” do texto gosta da Cidade do Rio de Janeiro. Identifique-os.
Trava-língua - 2° ano
TARVA-LÍNGUA
Esta é uma diversão bem antiga. O objetivo é falar as frases o mais rápido possível, sem se enrolar. Vamos propor um desafio e ver quem se sai melhor? Treine bastante e brinque com seus colegas:
Um outro tipo de brincadeira muito apreciada pelas crianças de todos os tempos é a parlenda. Vamos ver quem consegue decorar esta? Procure um par e comece já! Se for preciso, peça ajuda à professora.
O RATO ROEU A ROUPA DO REI DE ROMA...
O PEITO DO PÉ DE PEDRO É PRETO...
VOCÊ SABIA QUE O SÁBIO SABIA QUE O SABIÁ SABIA ASSOBIAR
CADÊ O TOUCINHO QUE TAVA AQUI?
O GATO COMEU.
CADÊ O GATO?
FOI NO MATO.
CADÊ O MATO?
FOGO QUEIMOU.
CADÊ O FOGO?
ÁGUA APAGOU.
CADÊ A ÁGUA?
BOI BEBEU.
CADÊ O BOI?
FOI AMASSAR O TRIGO.
CADÊ O TRIGO?
GALINHA ESPALHOU.
CADÊ A GALINHA?
FOI BOTAR OVO.
CADÊ O OVO?
O FRADE COMEU.
CADÊ O FRADE?
FOI REZAR MISSA.
CADÊ A MISSA?
ESTÁ NO ALTAR.
CADÊ O ALTAR?
ESTÁ NO SEU LUGAR.
1) Circule no texto os nomes dos animais.
2) Escreva o nome de cada palavra que rima;
Trava-língua - 2° ano
TARVA-LÍNGUA
Esta é uma diversão bem antiga. O objetivo é falar as frases o mais rápido possível, sem se enrolar. Vamos propor um desafio e ver quem se sai melhor? Treine bastante e brinque com seus colegas:
Um outro tipo de brincadeira muito apreciada pelas crianças de todos os tempos é a parlenda. Vamos ver quem consegue decorar esta? Procure um par e comece já! Se for preciso, peça ajuda à professora.
O RATO ROEU A ROUPA DO REI DE ROMA...
O PEITO DO PÉ DE PEDRO É PRETO...
VOCÊ SABIA QUE O SÁBIO SABIA QUE O SABIÁ SABIA ASSOBIAR
CADÊ O TOUCINHO QUE TAVA AQUI?
O GATO COMEU.
CADÊ O GATO?
FOI NO MATO.
CADÊ O MATO?
FOGO QUEIMOU.
CADÊ O FOGO?
ÁGUA APAGOU.
CADÊ A ÁGUA?
BOI BEBEU.
CADÊ O BOI?
FOI AMASSAR O TRIGO.
CADÊ O TRIGO?
GALINHA ESPALHOU.
CADÊ A GALINHA?
FOI BOTAR OVO.
CADÊ O OVO?
O FRADE COMEU.
CADÊ O FRADE?
FOI REZAR MISSA.
CADÊ A MISSA?
ESTÁ NO ALTAR.
CADÊ O ALTAR?
ESTÁ NO SEU LUGAR.
1) Circule no texto os nomes dos animais.
2) Escreva o nome de cada palavra que rima;
ALFABETIZAÇÃO - 2 ANO - ATIREI O PAU NO GATO
Atirei o pau no gato
ATIREI
O PAU NO GATO-TO
MAS O GATO-TO
NÃO MORREU-RREU-RREU
DONA CHICA-CA-CA
ADMIROU-SE-SE
DO BERRÔ, DO BERRÔ,
QUE O GATO DEU.
MIAU!!!!
1- Retome as brincadeiras cantadas que surgiram na pesquisa inicial. Depois pergunte aos alunos se conhecem a letra de “Atirei o pau no gato”, cante a música com eles e proponha a brincadeira tradicional:
2 - Formação: roda simples, uma criança destacada que será o gato.
3-Desenvolvimento: a roda gira para a direita ou esquerda durante o canto todo. – 4-No miau a roda se desfaz, todas as crianças correm perseguidas pelo gato. A criança que for pega será o novo gato ou auxiliará a primeira.
5 -Apresente a letra da música num cartaz.
6 -Depois faça a leitura coletiva, acompanhando a letra com o movimento de uma régua percorrendo as linhas, à medida que a música é cantada.
7 - A seguir, proceda à leitura individual, entregando a régua para
Professor
Um aluno por vez, para que faça a sua tentativa de acompanhar a letra, à medida que a música é cantada. Permita que o aluno faça várias tentativas, se for o caso, até que a sua hipótese de leitura se ajuste ao texto escrito. Faça perguntas para explorar algumas palavras do texto, tais como:
– Onde está escrito gato? Quantas letras tem? Com que
letra começa?
– Onde está escrito pau? Quantas letras tem? Com que letra
começa?
– Onde está escrito miau? Quantas letras tem? Com que
letracomeça?
– Que outro animal inicia com a mesma letra de gato?
– Dona Chica é como a senhora................ é chamada.
1) Complete com as letras que faltam:
ATIREI O PAU NO GATO
_TIREI _ _AU NO _AT_
MAS O GATO NÃO MORREU
MA_ O G_TO NÃ_ MO_ _EU
2) Você vai receber cartões, com palavras diferentes. Ao receber os cartões com palavras retiradas do texto, use o alfabeto móvel para:
Escrever a palavra. Ex. GATO
Achar outras palavras. ATO
3) Leia o texto e reconheça as palavras dos quadros:
GATO MIAU PAU DONA ATIREI
4) Auto-ditado( usar imagens)
_____________ _____________
5 ) Escreva as palavras no quadro, de acordo com seu número de letras:
GATO_____ MAS ______ BERRO________
CHICA _______ DONA______ QUE _________
PAU________ NÃO ______ MIAU________
6) Ligue as palavras a suas letras iniciais:
P GATO
G PAU
M DONA
D MOLA
texto narrativo; O nome feio - 5° ano
O nome feio
Não tinha jeito! O Chico não gostava do nome dele e pronto...
– Mãe, por que você foi escolher o nome de Francisco para mim? Eu não gosto desse nome porque vira Chico e o João falou que Chico é nome até de macaco. A mãe dele não sabia direito o que responder. Afinal, quando ela era pequena, também não gostava de seu nome. As crianças viviam fazendo gozação:
– Ivete canivete põe no fogo e a mão derrete!
Foi pensando nisso que ela argumentou:
– Sabe Chico, quando a gente é pequeno, a gente não gosta do nome. Acho que isso acontece com todo mundo...
O Chico nem deixou que ela terminasse:
– Com todo mundo, nada. O João gosta do nome dele. Ele já me falou. O meu é que é feio. De hoje em diante o meu nome vai ser Pli, como você me chama. Esse eu acho bonito! Falou convicto. De fato, desde que Chico era pequeno, sua mãe o chamava carinhosamente de Pli. E, por isso, o pai e a Joana – que era a moça que cuidava dele – também passaram a chamá-lo assim. E ele adorava. Nunca ninguém tinha feito gozação com esse nome. Ao contrário de Chico, que sempre vinha com uma brincadeirinha besta:
– Chico, cara de penico! – incomodavam seus amiguinhos na
escola.
No começo ele até que não ligava muito. Mas, com o passar do tempo, cada vez mais gente ficava falando isso. Até gente grande! Ele tinha vontade de falar um daqueles palavrões bem feios. Às vezes até falava. E falava com gosto. Ora! Que coisa mais chata era aquilo. Será que ninguém percebia que enchia o saco?
BRENTAN, Salete. Revista Alegria. São Paulo. n.60, 1978.
Leitura e interpretação
O texto que você leu agora foi escrito por Salete Brentan e publicado na Revista Alegria. Ele fala sobre os sentimentos de um garoto com relação ao seu nome.
E você, o que acha do seu nome? Quem o escolheu? Por quê?
1) Converse com seus colegas sobre o texto. Abaixo há um roteiro com algumas idéias que podem ajudá-los nessa conversa.
a) Qual era a “bronca” do menino?
b) Você concorda com ele?
c) Que idade você acha que o menino tem?
d) Você tem alguma “bronca” parecida?
e) Você que leu o texto “O nome feio”, registre aquilo que achou mais interessante no texto.
2) O texto “O nome feio” é uma narrativa. Há um narrador que vai contando os fatos das personagens que participam da história. Sabendo disso, resolva as questões abaixo:
a) Retire do texto um trecho em que o narrador conta alguma coisa da história.
b) Identifique os personagens do texto.
3) Pense e responda:
a) Você tem conhecimento de quais são os documentos que certificam as pessoas?
b) Você sabe para que serve a Certidão de Nascimento? Você já precisou dela? Para fazer o quê?
4) Com o auxílio de sua Certidão de Nascimento, leia e preencha com seus dados o xerox da Certidão de Nascimento entregue pelo seu professor.
Texto narrativo: O nome feio - 5° ano
O nome feio
Não tinha jeito! O Chico não
gostava do nome dele e pronto...
– Mãe, por que você foi escolher
o nome de Francisco para mim? Eu
não gosto desse nome porque vira
Chico e o João falou que Chico é
nome até de macaco.
A mãe dele não sabia direito o
que responder. Afinal, quando ela era
pequena, também não gostava de
seu nome. As crianças viviam
fazendo gozação:
– Ivete canivete põe no fogo e a
mão derrete!
Foi pensando nisso que ela argumentou:
– Sabe Chico, quando a gente é pequeno, a gente não gosta
do nome. Acho que isso acontece com todo mundo...
O Chico nem deixou que ela terminasse:
– Com todo mundo, nada. O João gosta do nome dele. Ele já me falou. O meu é que é feio. De hoje em diante o meu nome vai ser Pli, como você me chama. Esse eu acho bonito! Falou convicto. De fato, desde que Chico era pequeno, sua mãe o chamava carinhosamente de Pli. E, por isso, o pai e a Joana – que era a moça que cuidava dele – também passaram a chamá-lo assim. E ele adorava. Nunca ninguém tinha feito gozação com esse nome. Ao contrário de Chico, que sempre vinha com uma brincadeirinha besta:
– Chico, cara de penico! – incomodavam seus amiguinhos na
escola.
No começo ele até que não ligava muito. Mas, com o passar do tempo, cada vez mais gente ficava falando isso. Até gente grande! Ele tinha vontade de falar um daqueles palavrões bem feios. Às vezes até falava. E falava com gosto. Ora! Que coisa mais chata era aquilo. Será que ninguém percebia que enchia o saco?
BRENTAN, Salete. Revista Alegria. São Paulo. n.60, 1978.
Leitura e interpretação
O texto que você leu agora foi escrito por Salete Brentan e publicado na Revista Alegria. Ele fala sobre os sentimentos de um garoto com relação ao seu nome.
E você, o que acha do seu nome? Quem o escolheu? Por quê?
1) Converse com seus colegas sobre o texto. Abaixo há um roteiro com algumas idéias que podem ajudá-los nessa conversa.
a) Qual era a “bronca” do menino?
b) Você concorda com ele?
c) Que idade você acha que o menino tem?
d) Você tem alguma “bronca” parecida?
e) Você que leu o texto “O nome feio”, registre aquilo que achou mais interessante no texto.
2) O texto “O nome feio” é uma narrativa. Há um narrador que vai contando os fatos das personagens que participam da história. Sabendo disso, resolva as questões abaixo:
a) Retire do texto um trecho em que o narrador conta alguma coisa da história.
b) Identifique os personagens do texto.
3) Pense e responda:
a) Você tem conhecimento de quais são os documentos que certificam as pessoas?
b) Você sabe para que serve a Certidão de Nascimento? Você já precisou dela? Para fazer o quê?
4) Com o auxílio de sua Certidão de Nascimento, leia e preencha com seus dados o xerox da Certidão de Nascimento entregue pelo seu professor.
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